Introdução

Caro(a) estudante, seja muito bem-vindo(a) à disciplina de Controle Estatístico do Processo.

O gerenciamento de processos faz parte do cotidiano das indústrias e empresas em geral, que, por meio de metodologias para executá-lo e mantê-lo na prática, geralmente buscam atingir uma diminuição nos índices de variabilidade relacionados às características da qualidade, por exemplo. Esse tipo de intenção, juntamente com outras ações, resultará em custos menores de produção, menos reparos e retrabalho e melhores produtos. Uma das possibilidades é utilizar ferramentas e métodos de controle estatístico de processos.

Assim, proposto a partir de técnicas estatísticas e fundamentação teórica baseada em ferramentas e conceitos dessa área, o controle estatístico surgiu na década de 1920, especialmente por trabalhos desenvolvidos por Shewhart, físico, engenheiro e estatístico dos Estados Unidos, considerado o pai da área até os dias de hoje. Na ocasião, foi responsável, de forma sucinta, por desenvolver o uso dessas técnicas e trabalhar com ferramentas estatísticas para analisar quando uma ação corretiva deveria ou não ser aplicada a um dado processo analisado na indústria. Além disso, esse pesquisador foi o responsável por, de fato, criar o controle estatístico de processos e ferramentas como a carta de controle de médias, além de implantar a metodologia em uma grande empresa.

Assim, neste livro, você terá, inicialmente, uma introdução à área de controle estatístico de processos, comumente referida como CEP. Na Unidade 1, você verá a definição de controle estatístico de processos, os principais conceitos da área e os conceitos básicos de estatística necessários para um maior aprofundamento no CEP. Com isso, serão introduzidas as principais distribuições de probabilidade e as relações por trás da variabilidade dos dados.

Em seguida, na Unidade 2, você verá a distribuição normal, uma das mais comuns para a maior parte dos dados práticos, e será então introduzido às cartas de controle, para que, ao final desta unidade, possa estudar com detalhes os dois principais tipos: destinados às variáveis e aos atributos. Na Unidade 3, você verá aspectos importantes do CEP na análise dos sistemas produtivos, incluindo estudos da capacidade do processo, aprendendo a função de perda quadrática. Será analisado também como funcionam os sistemas de medição nesses casos e exemplos de aplicações do CEP em processos industriais em geral. Por último, na Unidade 4, estudaremos os Seis Sigma, outra importante ferramenta no CEP.

PARABÉNS

Introdução Concluida

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